Antenas e satélites

14 Maio

As turmas do 7º C e 8º D apresentaram-se no corso escolar do carnaval de Torres Vedras com adereços construídas nas aulas de Educação Tecnológica. A matéria-prima principal foram embalagens de cartão que foram recicladas e transformadas em antenas e satélites. Inicialmente construíram-se os moldes, que depois foram multiplicados pelos alunos, colados com cola quente e por fim pintados. Foi um importante trabalho de equipa, uma vez que outros alunos, de outras turmas, também deram o seu contributo. O efeito foi fantástico.

Paulo Carocinho / João Batalha

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Visita ao Centro de Interpretação do Vimeiro e ao Forte de Alqueidão

14 Maio

 

No dia 16 de janeiro, as turmas de 6ºano deslocaram-se ao Centro de Interpretação do Vimeiro e ao Forte do Alqueidão.

Esta visita de estudo teve como objetivo fundamental conhecer o nosso património local e estar in loco em sítios onde se deram confrontos bélicos durante as guerras peninsulares.

Por acaso sabiam que…

ao norte da capital, entre o Tejo e o Atlântico, foi construído um sistema defensivo que veio a afirmar-se como um dos marcos da arquitetura e estratégia militar da história europeia, pela inteligente utilização das características orográficas, pela sua extensão (88 km), pelo número de fortificações (152), pela conjuntura que presidiu à sua edificação (envolvendo portugueses, ingleses e outros aliados europeus)?

… e que…

pela eficácia bélica alcançada, determinou o início da derrota do próprio Napoleão, em 1810?

Recordámos conteúdos de História e Geografia de Portugal, sobre as Invasões Francesas. Observámos pinturas em azulejo, fardamentos, armas, munições, sistema de comunicações, estruturas de paiol, de fosso, aprendemos estratégias de combate,… Enfim, foi um dia em cheio!

Também convivemos com os colegas e professores e almoçamos nesse bonito parque que é a Fonte Lima. Até o tempo esteve a nosso favor!

Colegas, quando puderem visitem o Centro de Interpretação do Vimeiro e o Forte do Alqueidão. Temos património fantástico na nossa zona – vale a pena!

Turmas de 6ºano

História e Geografia de Portugal

26/01/14

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O DEPUTADO VEIO À ESCOLA

7 Maio

No passado dia 07 de janeiro esteve presente na nossa escola, no âmbito de mais uma etapa do “Parlamento dos Jovens”, o Dr. Duarte Pacheco, deputado do Partido Social Democrata.

A esta sessão compareceram os alunos das duas listas concorrentes, as professoras Helena Serra e Sérgia Santos, enquanto coordenadoras deste projeto e o professor Gonçalo Bernardino, enquanto coordenador deste estabelecimento de ensino. Foi uma sessão animada e participada com as intervenções dos nossos deputados a partir de questões de ordem mais geral, inerentes ao cargo de deputado e funcionamento do Parlamento e, seguidamente, com a análise da proposta de medidas ao programa de recomendação.

O tema proposto, “Drogas – evitar e enfrentar as dependências” foi devidamente abordado pelos alunos e temos matéria para elaborar um projeto de recomendação consistente e assim concorrermos com as outras escolas do círculo eleitoral a que pertencemos.

O importante é que os alunos estão cada vez mais conscientes da temática em análise e têm ideias muito diversificadas para o combate e para que se possa lidar de forma mais eficaz contra as dependências e com todas as consequências inerentes a este problema.

Só com sessões como as que já promovemos, nomeadamente a sessão realizada em novembro último e a de hoje é que pode haver uma consciência social para se prevenir e penalizar comportamentos de risco. A grande aposta está na educação e formação do indivíduo desde os primeiros anos de vida, o mesmo é dizer desde o 1º ciclo até ao ensino universitário. Além disso, os mass media devem também ter um papel mobilizador com campanhas publicitárias formativas e fortes para inibir que as pessoas enveredem por caminhos tão dolorosos.

Da discussão nasce a luz, as ideias pulam e o mundo avança, esperemos que para melhor e para uma sociedade mais saudável com apreço pela vida.

 

A Coordenação,

Helena Serra e Sérgia Santos

07 – 01 – 2014

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Dia Internacional da Mulher

26 Mar

O dia internacional da mulher

deveria ter a mesma intensidade do Natal e ser quando um Homem quisesse.       

As bases ideológicas que situam a mulher como inferior e submissa vêm de muito longe, desde os mitos da criação, sendo que na igreja cristã temos o Mito de Eva.

Também na mitologia grega, o Mito de Pandora apresentava uma identidade negativa para a mulher. Pandora, a primeira mulher, instrumento de vingança de Zeus, era portadora de uma caixa onde se concentravam todos os males que assolavam a humanidade.

Na igreja cristã, Eva foi feita a partir de uma costela de Adão para que o homem não ficasse sozinho. No entanto, ela simboliza a tentação. Em contrapartida, a igreja constrói uma outra identidade feminina mítica, a Virgem Maria – Mãe de Cristo, Mãe da Igreja, Mãe dos pobres e infelizes.

Nos nossos dias, pelo facto de se assinalar, cada vez mais esta data, só prova que a Mulher como ser humano está a ser cada vez mais valorizada, ou pelo menos nesse dia é feito o diagnóstico aos índices de violência doméstica, às condições de trabalho, seus direitos e a possibilidade de se destacarem num mundo marcado, preferencialmente, pelo traço masculino. 

 E lá diz o povo que «por detrás de um grande homem há sempre uma grande mulher».

Seja como for, o importante é que a data não seja esquecida, uma vez que se convencionou o dia 8 de março como o dia internacional da mulher. E qual é a mulher que não gosta de receber uma flor?

As flores são símbolo da natureza, da vida, pureza, paz, riqueza, sucesso, bem – estar, alimento, energia, cura, amor e qualidade de vida.

O fascínio pelas plantas e sua energia benéfica parece estar cada vez mais na ordem do dia. A magia que envolve o verde não tem idade. Por transmitirem sensação de bem-estar e conforto, as plantas sempre foram companhia obrigatória nos diferentes momentos da vida, seja num simples jantar, na comemoração de nascimento, em casamentos, ou na morte, desde os primórdios da humanidade.

Se dedicarmos algum tempo a admirá-las constatamos que as plantas são seres vivos cegos, surdos e mudos do ponto de vista humano, embora haja quem se anime dialogando com elas e considerem que percebem e sentem de forma bem peculiar tudo o que se passa à sua volta.

As flores e as plantas são a demonstração máxima de beleza da natureza, em exuberância de formas, cores e perfumes sem iguais que devem colorir e animar o quotidiano feminino.

A Professora,

Helena Serra

08 de março de 2014

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Quermesse

26 Mar

Tendo como objetivo fundamental proporcionar a todos os alunos a possibilidade de participarem em visitas de estudo, nos dias 11 e 12 de dezembro realizou-se, no Polivalente da Escola Básica 2, 3 de Maxial, uma Quermesse.

Todos os materiais para venda foram doados por professores, funcionários, encarregados de educação e alguns realizados por alunos.

A organização e as vendas ficaram a cargo das professoras Cristina Costa e Lídia Mouga com a fantástica colaboração de alunos do 6ºA e das discentes Ana Santos, Ana Pinto (CEF de Instalação e Reparação de Computadores) e Jéssica Aniceto (8ºD PA).

Apurou-se a quantia de 137,00€ que reverterão a favor de visitas de estudo e aquisição de dois livros para a Biblioteca, mencionados nas Metas de Aprendizagem de Português.

A todos os envolvidos … Muito Obrigada!

 

Professoras: Lídia Mouga e Cristina Costa

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Trilhos e Carreiros – Rota dos Moinhos

26 Mar

No dia 12 de dezembro os trilhos voltaram. Desta vez para percorrerem os 8 quilómetros da Rota dos Moinhos, no Maxial.

Foram 3 horas de subidas e descidas por paisagens deslumbrantes.

 

Professor João Batalha

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Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher

19 Mar

O Município de Torres Vedras esteve representado nas cerimónias do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, no passado dia 25 de novembro, em Murcia (Espanha).

Depois de um muito bem-sucedido projeto Comenius Regio 2011-2013, entre a Região de Torres Vedras e a Região Autónoma de Murcia, um novo projeto, financiado pela União Europeia, volta a unir estas duas regiões.

Sob o título “Equality Sounds Good! Express it yourself!”, decorreu em Murcia, na semana de 25 a 29 de novembro, o 1.º encontro de trabalho entre os parceiros das duas regiões, no novo projeto Comenius Regio 2013-2015.

Tendo como tema de fundo a Igualdade de Género, este primeiro encontro, iniciou-se com as cerimónias oficiais de comemoração do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher, no passado dia 25 de novembro. Estas cerimónias reuniram, no Auditório do Arquivo Geral da Região de Murcia, o Delegado do Governo, o Presidente da Região Autónoma, Deputados nacionais e regionais, presidentes de Câmaras Municipais e as mais diversas autoridades daquela região, tendo sido atribuídos os prémios “Meninas 2013” às organizações que mais se têm destacado no trabalho pela Igualdade de Género e pela prevenção da violência e do conflito. Encerrou as cerimónias, o Coro do Colégio San Boaventura Capuchinos, com três canções compostas e interpretadas por alunos, alusivas à temática deste projeto Comenius Regio. Para além deste colégio, são parceiros, da Região de Murcia, a Presidência da Comunidade Autónoma (através da Direção-Geral de Prevenção de Violência de Género, Juventude, Proteção Jurídica e Proteção de Menores), a Associação contra a Violência Doméstica (ONG) e a Federação Scout de Exploradores.

São parceiros, neste projeto que pretende promover o desenvolvimento de conhecimentos e competências socioemocionais, através da Música e da Expressão Artística, na Região de Torres Vedras: a Câmara Municipal, o Agrupamento de Escolas Henriques Nogueira, a Escola de Música da Associação de Educação Física e Desportiva de Torres Vedras e o Académico de Torres Vedras.

Durante os anos letivos 2013-2015, esta parceria estará focada no desenvolvimento da formação de professores sobre igualdade de género e resolução de conflitos mas, sobretudo, visando o envolvimento dos alunos na criação de formas de expressão dos seus pensamentos e emoções, promovendo o combate aos estereótipos e a redução da violência.

Neste sentido, a delegação portuguesa participou, ainda, numa mesa redonda sobre o tema, na Universidade de Murcia e também recebeu formação, pela Associação AVIDA, sobre como “prevenir a violência, educando para a igualdade”.

Professor Mário Gomes

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Máscaras do Teatro Grego

10 Mar

No âmbito dos temas da disciplina de História, os alunos da turma C do 7º ano construíram máscaras do teatro grego, umas representando a tragédia e outras representando a comédia.

Turma do 7º C

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Fertilizante natural para a Hora Pedagógica

10 Mar

A empresa Avigril ofereceu o estrume;

A Câmara Municipal de Torres Vedras fez o transporte

Os alunos aplicaram na horta.

 

Obrigado a todos

 

Prof. Paulo Carocinho e João Batalha

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A ORIGEM DO CARNAVAL E A FESTA À PORTUGUESA

27 Fev

O Carnaval visita-nos todos os anos independentemente do nosso espírito mais ou menos folião. Saberão todos aqueles que brincam e se divertem da verdadeira origem destas festividades? Tristezas não pagam dívidas e a palavra de ordem é a diversão sob o lema de que é Carnaval, ninguém leva a mal!

Desta feita, para os mais curiosos ficam aqui algumas ideias sobre a origem do Carnaval…

O termo “Carnem levare ou carnelevarium” aparece nos séculos XI e XII, como véspera da quarta-feira de cinzas, altura em que começava a abstinência de carne, durante 40 dias, aos olhos da Igreja. Viria a ser a reunião de diversas festividades antes da Quaresma!

Todavia, já desde a Antiguidade há registos da celebração pelos Egípcios, numa homenagem à deusa Ísis e ao Touro Ápis. Os Gregos celebravam o regresso da Primavera e o renascer da Natureza.

Em todos os casos a festa estava associada a fenómenos astronómicos e a ciclos naturais, caracterizada por divertimentos públicos, bailes de máscaras, muitas vezes simbolizando a inexistência de classes sociais.

O Carnaval cristão é oficializado pela Igreja Católica no século VI ainda que com a imposição de cerimónias oficiais para moderar um pouco as brincadeiras.

Com o Concílio de Trento, em 1545, o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua e, a partir de 1582, o Papa Gregório XIII transforma o Calendário Juliano em Gregoriano e estabelece as datas para a celebração do Carnaval. Porém, o motivo da mobilidade da data é não coincidir com a Páscoa.

No Brasil há registos a partir de 1723, onde a principal diversão consistia em atirar água a quem passasse. O primeiro baile data de 1840.

Só em 1855 surgem clubes carnavalescos, precursores das atuais escolas de samba. A primeira teve o seu início em 1928.

E como é por terras lusas? Uma festa!

No nosso país, as tradições do Carnaval são um misto de religiosidade e paganismo. Se o tempo é de preparação para a Quaresma, os rituais pagãos diretamente ligados a celebrações da Natureza também se fazem sentir. Festeja-se a morte das colheitas antigas e o germinar das novas.
Seja como for, a festa é uma constante, variando apenas as formas de manifestação.

Enraizadas no folclore português estão as máscaras com as quais qualquer transformação é possível. A sua origem encontra-se nos antigos rituais pagãos do culto dos mortos em que se acreditava que os espíritos deviam tomar a forma humana. Para a sua personificação, alguém trajava de branco e usava uma máscara.

Em Macedo de Cavaleiros pulam os Caretos com chocalhos num barulho assustador, implicando com as moças solteiras.

Em pleno Alentejo, na Amareleja, há tradições que se têm vindo a perder. Os “entrouxados” passeiam-se em pouco número pela vila com semanas de antecedência, atirando para dentro das casas através das janelas abertas, pedras muito quentes que escaldam as mãos de quem as tentar apanhar de seguida. Azar de quem deixar a casa a arejar nestes dias. As “caqueiradas” são outra modalidade das janelas abertas. Velhos potes de barro cheios de terra, cinza ou até excrementos de animais voam para dentro das casas deixando imundo os locais onde “aterram”. Será uma espécie de antepassado das bombinhas de mau cheiro?

Em Loulé, conhecidas são as batalhas de flores e noutras cidades como Ovar e Sines, a tradição mais recente consiste nos desfiles de carros alegóricos autênticas caricaturas a personagens da atualidade e, por influência do Brasil, os desfiles de samba.

A sátira dos costumes, a ironia política e social é programa em Torres Vedras. Os reis do Carnaval dessa localidade recebem as “chaves da cidade” que são entregues pelo Presidente da Câmara deposto e acompanhados da comitiva dirigem-se aos Paços do Concelho para se proceder à leitura do discurso sobre o estado da nação.

Ano após ano o mundo pula e diverte-se!

 

 

 

 

 

A Professora,

Helena Serra,

23 / 02 / 2014

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